quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Friday, The 13th, de Marcus Nispel (2009) - Teaser Trailer

Frequinho e em exclusivo, apresento-vos o Teaser Trailer de Friday the 13th, o remake que irá estrear em Fevereiro do próximo ano. O realizador é o mesmo do remake de The Texas Chainsaw Massacre e é produzido por Michael Bay. Cá vos deixo o trailer deste novo começo da história (perturbadora) de Jason Vorhees (quem quiser recordar tal história perturbadora, basta is aos arquivos ou fazer procura no blog por Friday the 13th para ver uns modestos comentários a todos os filmes da saga, algo que foi feito com todo o amor e carinho [e que me ia levando à loucura, pois alguns destes filmes são mesmo maus mas extremamente cómicos] por este que se assina).

Teaser Trailer:

Dia 30 de Outubro estreia...

... Saw V. O quinto capítulo da mais bem sucedida saga de terror dos últimos tempos regressa no fim-de-semana de Halloween. Para os curiosos, aqui fica o aviso. E um dos posters...

Estejam atentos a alguns sites pois poderão ganhar convite para ante-estreia (se possível, darei alguns links).

E hoje, dia 24 de Outubro, tem início...

... o ciclo dedicado a John Carpenter, o mestre do terror e suspense, na Cinemateca Portuguesa. E o ciclo começa com Halloween, o clássico de terror e um dos melhores filmes de sempre do género (do qual já aqui tanto falei com tanto prazer). O filme está marcado para as 21h30 e estarei presente, pois claro. Quem tiver oportunidade, aproveite.
Just in time for Halloween...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Terminator 3: Rise of the Machines, de Jonathan Mostow (2003)

12 anos após o êxito estrondoso de Terminator 2, os seus produtores lançaram esta terceira parte. James Cameron não esteve envolvido (ao que parece, não quis nada com o filme pois, como ele afirmou, a saga, para ele, termonou com o segundo capítulo) mas Arnold Schwarzenegger regressa com o papel mais marcante da sua carreira (após a ausência de três anos do cinema depois do desastre de Batman e Robin, Schwarzenegger precisava de um êxito, já que End of Days, The 6th Day e Collateral Damages foram flops). Ao elenco junta-se Nick Stahl (atenção a este jovem que tem talento e uns bons filmes o seu curriculum) e Claire danes.
Após os eventos do segundo filme e depois de ter evitado o dia do julgamento juntamente com a sua mãe e com T-101, John Connor anda escondido. Mas dois exterminadores são enviados ao passado com novos alvos e novas missões. E John Connor é apanhado no meio.

Este Terminator é, sem dúvida alguma, o mais fraco (mas tal já eu esperava, pois não tinha James Cameron envolvido) mas é ainda um bom filme de acção (com algumas sequências bastante bem conseguidas). O argumento não é tão inteligente e desenvolvido como nos seus antecessores (também já o esperava) e o filme é mais carregado de acção que os anteriores mas acaba por ser um bom entretenimento. Nada mais que isso. Como é óbvio, mais se esperaria deste terceiro filme (tendo em conta a qualidade dos filmes anteriores) mas com a exclusão de Cameron e com Jonathan Mostow (director de fotografia de The Game e realizador do excelente thriller U-571 e do também excelente Breakdown) na realização, não esperava mais do que foi aqui feito: um espectáculo de acção e efeitos especiais, com um argumento fraco e com umas boas doses de humor. Ou seja, uma versão 'dumb' dos dois filmes anteriores. Mas mesmo assim, como disse, um bom entretenimento. O que salva são os actores (excepto Kristinna Locke, que é uma péssima Terminato e relembra-nos o quanto excelente Robert Patrick foi no anterior), as cenas de acção (muito bem filmadas e executadas) e o final apresentado, que dá assim mote ao filme que aí vem (que dá para ver que irá ser algo de novo dentro do universo de The Terminator, até porque esta história de voltar atrás no tempo para exterminar alguém já não se aguenta num quarto filme).

Trailers:




Aproveito e deixo o Teaser Trailer e o Teaser Poster de Terminator Salvation: The Future Begins, de McG, com Christian Bale Helena Bonham Carter. O filme conta a história dum John Connor adulto (Bale) e a sua luta contra as máquinas, já dentro da guerra entre estas e os humanos.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

John Carpenter's Vampires (1998)

John Carpenter disse numa entrevista que sempre quis fazer um filme de vampiros e que teria de ser feito numa de duas formas: a história de Drácula, mas num filme muito bem feito ou uma história de vampiros como nunca se tinha visto antes. E Carpenter optpu (e muito bem) pela última opção.
Jack Crow lidera uma equipa de caçadores de vampiros. Após uma missão bem sucedida e um sensação de vitória, a equipa é dizimada pelo líder do vampiros. Os únicos sobreviventes são jack Crow (o sempre excelente James Woods) e Montoya (o sempre mau Daniel Baldwin). Acompanhados por uma prostituta mordida pelo líder dos vampiros, Crow w Montoya devem descobrir como foram encontrados pelo vampiro e qual a verdade por detrás do mesmo.

Carpenter recorre aos talentos de james Woods e Daniel Baldwin para criar as suas (tipícas) personagens castiças: não são heróis, não são simpáticos e são sempre colocados em situações dificeís e que são forçados a resolver se querem sobreviver. Woods é um Jack Crow perfeito já que consegue mostrar todas essas emoções na sua personagem. Carpenter, novamente, mistura terror e fantástico com Western (sim, isto é um Western com vampiros e umas tonalidades religiosas) e ainda tem tempo para umas pequenas (ou grandes?) referências à Igreja.

Carpenter, mais uma vez, mostra porque é que é mestre neste género de filmes: mistura todos esses temas de forma hábil e consegue ainda proporcionar um entretenimento acima da média. Pode não ser uma das melhores obras do cineasta mas é, concerteza, melhor do que muitos dizem (as últimas obras de Carpenter não foram muito bem recebidas nos Estados Unidos, injustamente). Um filme a descobrir, para quem ainda não fez...

Trailer:

sábado, 18 de outubro de 2008

Terminator 2: Judgement Day, de James Cameron (1991)

Após o sucesso de The Terminator, a sequela era invitável. Mas inda demoraram 7 anos até que esta surgisse. Durante esse tempo, James Cameron, o realizador e criador deste universo, estabeleceu-se como um dos grandes realizadores americanos com The Abyss e a segunda parte de Alien, aclamada como uma sequela exemplar e totalmente fiel mas diferente do filme original de Ridley Scott.
Após essas experiências, Cameron equipou-se para este Terminator 2, contando novamente com Arnold Schwarzenegger (desta vez o herói) e Linda Hamilton (Michael Bihen entratambém numa breve cena, apenas disponível na edição especial do filme que é a única versão disponível em DVD nacional).
Sarah Connor está num hospício mental, sendo considerada louca devido à sua história, e o seu filho John Connor (o então estreante Edward Furlong) está com uma família adoptiva. Novamente, dois seres são enviados do futuro (desta vez dois cyborgs): um com a intenção de matar John Connor e o outro com a missão de o proteger. Mas o cyborg mais avançado (Robert Patrick num excelente Terminator), que tem a missão de eliminar o jovem, é um protótipo mais avançado, constituído por metal liquído e capaz de tomar a forma de outros humanos. E assim, uma corrida pela vida tem tempo. E, tal como no primeiro filme, o resto é história.
Cameron volta a escrever o argumento (juntamente com William Wisher) e regressa ao universo que criou com uma história mais complexa e desenvolvida. Enquanto nos dá um espectáculo de acção e de efeitos especiais (técnica que foi totalmente revolucionária neste filme), Cameron dá-nos também um estudo sobre o comportamento humano e a natureza do mesmo, ao mesmo tempo que um ser sintético (Schwarzenegger), aparentemente incapaz de assimilar sentimentos e compreensão dos comportamentos humanos, torna-se mais humano, através da sua interacção com John Connor, um adolescente.
Terminator 2 é uma das raras sequelas que supera o original em termos de argumento, acção e qualidade. Um verdadeiro exemplo do que uma sequela deve ser: um complemento fundamental ao filme anterior, onde a história contada no capítulo prévio prossiga. Nesta sequela também conseguimos ver a personalidade de Sarah Connor, uma personagem que foi desenvolvida dum filme para o outro e cujo desenvolvimento prossegue neste capítulo (e que se tornou num verdadeiro fenómeno entre o público feminino, tal como outras personagens femininas de outros filmes de Cameron, especialmente Ripley de Aliens, a primeira heroína a sério do cinema). E Cameron deu-nos assim um dos melhores blockbusters de sempre. Um verdadeiro clássico de acção e ficção científica. E um êxito estrondoso de bilheteira (e com frases que ficaram para a história, como 'Hasta La Vista, Baby', a grande frase de Schwarzenegger antes de dar o [aparente] golpe final). A não perder, quem ainda não descubriu (e tal parece impossível).

Nota: apenas um defeito e não do filme: a edição portuguesa, que contém a excelente versão mais longa do filme, tem uma das priores legendagens de sempre, com frases saídas dum filme de época. Exemplo: os protagonistas do filme, dentro dum prédio cercado pela polícia, dizem: Let´s get out of here (algo assim parecido, pois não decorei). A legenda lê-se: Escapemos. Algo triste de ver, especialmente num filme que teve tanta procura aquando do seu lançamento em DVD.

Trailer:

The Terminator, de James Cameron (1984)

Em 1984, James Cameron estreou o seu primeiro grande filme, uma produção independente, de baixo orçamento, dentro no género da ficção cintífica. O estúdio, tratando o filme como um Série B de baixo orçamento, não lhe deu muita publicidade mas apanhou uma surpresa, quando a obra de Cameron se transformou num êxito de bilheteira e entrou para várias listas dos 10 melhores filmes do ano de 1984. E, com o passar dos anos e com a ajuda do VHS que surgia na década de 80, The Terminator tornou-se um filme de culto e um dos mais amados filmes de sempre.
Um Cyborg (Schwarzenegger) e um soldado (Michael Bihen) são enviados ao passado para um missão: um deve matar Sarah Connor (linda Hamilton) e o outro, o soldado, deve protege-la a todo o custo. O resto é história.
Entre frases famosas ('I'll be back'; 'Come with me if you want to live,) e espectaculares sequências de acção, The Terminator é uma grande obra de Cameron, aqui om uma boa realização e um fantástico argumento, escrito pelo mesmo. Schwarzenegger encontrou aqui o seu grande papel (que, originalmente, era para ser de Lance Henriksen) e está um vilão fantástico e arrepiante (pessoalmente, a ideia de um predador imparável e imbatível sempre me deu arrepios devido a este filme, que vi pela primeira vez numa Última Sessão da RTP, a um Sábado à noite, quando era um puto) e Linda hamilton é uma (futura) heroína onvincente. Michael Bihen é o herói de serviço e está aqui muito bem.
The Terminator é um filme sobre o velho tema das máquinas e do ser humano: as máquinas ganham inteligência própria e iniciam uma guerra contra o ser humano. Mas Cameron decidiu também fazer uma história de amor que atravessa os tempos e é algo original e é também sobre Sarah Connor: aqui acompanhamos a sua personagem a amadurecer e a ficar mais forte (e as personagens fortes são algo bastante presente nas obras de Cameron).
The terminator é um clássico da ficção científica e é uma das melhores obras dentro do género. Um filme que muito influenciou e que perdura.

Trailer:

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

E como disse que o faria...

... consegui encontrar, por acaso, o já mencionado livro sobreos melhores posters do cinema de terror de sempre. E, tal como livro concentrado no género da ficção científica, também este é uma verdadeira pechincha. Temos aqui posters de verdadeiras jóias do género (o cinema de Mario Bava, Dario Argento, Nosferatu, George A. Romero, John Carpenter, Lucio Fulci e o 'padrinho' do Gore, Hershell Gordon Lewis). Um must para qualquer fá do género.

Westworld, de Michael Crichton (1973)

Michael Crichton (também escritor, sendo autor de Jurassic Park, Timeline, etc.) tem aqui a sua estreia na realização com este Wesworld, um filme de ficção científica onde vários mundos são simulados para proporcionar umas férias fora do comum aos seus clientes. Nesses mundos recriados está incluido o velho oeste (local central do filme) e os seus habitantes, para além dos clientes em férias, são robots com directorias específicas para não feir algum humano, de qualquer forma alguma. Mas como é óbvio, algo corre mal.
Westworld é um dos filmes finais de Yul Brynner e um divertido filme de ficçaõ científica, com boas doses de humor. Começa por ser um filme ligeiro mas acaba por se tornar um bom exercício de suspense na sua reta final. E é também uma análise ao poder das máquinas e mais uma visita ao tema das máquinas ganharem inteligência articial.
No elenco temos também James Brolin, pai de Josh Brolin.
Westworld teve direito a uma sequela em 1976, também com Yul Brynner e com Peter Fonda, Futureworld e, ao que parece, irá ter um remake brevemente.
Uma boa ficção setentista.

Trailer:

The Blob, de Irvin S. Yeaworth Jr. (1958)

The Blob é um produto típico dos anos 50: um filme de terror low budget, envolvendo uma criatura mortífera vinda de outro mundo (aqui é uma bolha assassina que aumenta de tamanho à medida que assimila pessoas)e, ao mesmo tempo que causa arrepios no público, aproveita para dar uma crítica aos tempos e medos que se viviam na altura (aqui até temos referência aos filmes ao ar livre, algo extremamente popular entre os adolescentes dos anos 50, onde passavam filmes como este The Blob).
The Blob é um clássico do género: um filme de terror divertido, com a habitual referência à guerra e com um tema na altura bastante popular: monstros vindos de outros planetas. E temos aqui ainda Steve McQueen num dos seus primeiros grandes papéis da sua carreira (e aqui percebese porque McQueen tornou-se uma estrela, conseguindo elevar-se ao restante elenco).

The Blob é um clássico que teve direito a remake em 1988. Um filme a (re)descobrir.
Trailer:

 

Copyright 2007 ID Media Inc, All Right Reserved. Crafted by Nurudin Jauhari